Área de aplicação
Logística e cadeia de frio
Numa cadeia de frio, a temperatura tem de estar documentada em todos os pontos por onde a mercadoria transita. O registador autónomo só é consultado na entrega, quando já não é possível corrigir nada. Instalamos sensores que comunicam ao longo do percurso, permitindo que o desvio seja detetado enquanto ainda há margem para agir.
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Exemplo real
Veja isto a funcionar na prática
Um caso construído a partir das situações mais frequentes nesta área, com o programa a funcionar como funcionaria na sua instalação.
Situação
A quebra é identificada demasiado tarde
O cenário mais frequente é a porta de um reboque que permanece aberta mais tempo do que o previsto numa doca. A temperatura sobe durante vinte minutos e regressa ao normal. O registador revela o pico apenas quando alguém descarrega os dados, já após a entrega, e a discussão passa a centrar-se em responsabilidades.
Para quem entrega a clientes com exigências sanitárias, o desafio seguinte é a evidência documental. É necessário um registo datado por expedição, disponível sem necessidade de reconstituir informação a partir da memória.
O que medimos
- Temperatura em câmaras, arcas, reboques e caixas isotérmicas
- Humidade relativa, quando o produto o exige
- Abertura de portas e tempo de permanência em doca
- Temperatura ambiente e do produto em pontos de entrega
- Estado de funcionamento do grupo de frio
- E outras grandezas, conforme o que a sua operação precisar de acompanhar.
O que recebe
Resultado concreto para a equipa
Alerta durante o transporte
O desvio é detetado em circulação, com tempo para ajustar o grupo de frio ou redirecionar a carga.
Registo por expedição
Cada percurso gera o seu histórico datado, incluindo as aberturas de porta, pronto a ser entregue ao cliente.
Vigilância dos pontos fixos
Câmaras, armazéns ou outros pontos fixos são monitorizados da mesma forma, com alerta fora do horário de funcionamento.
Sem custos de dados por veículo
Numa rede de sensores privada com gateways nos pontos de passagem, não existe assinatura mensal por sensor.
As câmaras do entreposto, como ponto de partida
Representam o ponto mais simples de instrumentar e o que produz o primeiro registo completo. A extensão aos veículos ocorre posteriormente, com a rede já validada.