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Estudo de caso
Garantia da cadeia de frio de vacinas num centro de saúde
Um centro de saúde onde a cadeia de frio dependia de uma folha preenchida de manhã e à tarde, com o risco todo concentrado nas horas em que ninguém olhava.
Cenário representativo, construído a partir dos problemas mais frequentes neste tipo de instalação. Os valores exatos variam com cada instalação.
Situação inicial
O centro tem um frigorífico de vacinas, uma arca de congelação e uma câmara do banco de sangue, alimentados pela rede pública com um gerador de reserva. O registo era feito à mão, duas vezes por dia.
Problema principal
Uma falha de energia às três da manhã ou uma porta mal fechada só se descobria na leitura seguinte, e nessa altura já não havia forma de garantir que o lote se manteve no intervalo de referência durante toda a noite.
Solução implementada
Sondas de temperatura e porta em cada equipamento alimentam o COA Saúde, que mostra a cadeia de frio inteira num ecrã e avisa a equipa de prevenção assim que algo sai do intervalo, de dia ou de noite.
Resultados-chave
No primeiro semestre com o sistema em funcionamento:
lotes perdidos por falha de frio
tempo de resposta a um alarme noturno
dos equipamentos com registo pronto para auditoria
No dia a dia
O que a equipa vê no ecrã
COA Saúde — Cadeia de frioCadeia de frio completa, da rede pública aos frigoríficos, com a fonte de energia em uso.
Frigorífico de vacinas — FichaFicha do frigorífico de vacinas: temperatura, porta e lote em armazenamento.
Reconhece esta situação?
Descreva-nos a sua instalação. Fazemos o levantamento no local e dizemos, antes de propor qualquer coisa, o que é viável medir e a que custo.